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SETEMBRO AMARELO

Setembro Amarelo, AGIR SALVA VIDAS!

 

 

Esta campanha iniciou em 2015, mas ainda não é reconhecida oficialmente em âmbito nacional por meio de lei federal.

Contudo, esse reconhecimento já ocorreu localmente em estados e municípios, que instituíram oficialmente a campanha de prevenção ao suicídio.

 

A iniciativa foi do CVV – Centro de valorização, da Associação Brasileira de Psiquiatria e do Conselho Federal de Medicina para chamar a atenção de governantes e sociedade civil para a grande importância do assunto ao longo do mês de setembro inteiro.

 

Dados sobre suicídio

Todos os anos, no Brasil são registrados cerca de 12 mil suicídios e 1 milhão no mundo. É uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens.

Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos como a Depressão, seguido do transtorno bipolar e abuso de substâncias.

O objetivo da campanha é conscientizar a sociedade e prevenir suicídios,

 

 

E porque a cor amarela?

 

 

Em 1994, um jovem de 17 anos chamado Mike Emme, que morava com os seus pais em Westminster, cidade no Colorado, nos Estados Unidos, se matou dentro de seu Ford Mustang 1968.

O Mustang Amarelo, segundo os amigos de Mike, era seu principal passatempo. Mike reformou o carro e tinha o pintado de amarelo.

O adolescente cometeu suicídio por não saber pedir ajuda. No dia de sua morte ele deixou um recado pedindo para que seus pais não se culpassem pelo o que ela havia feito, e quando encontraram o bilhete, infelizmente já era tarde.

Depois de sua morte foi descoberto que Mike tinha sinais de depressão e não estava sabendo lidar com um término de um namoro.

Por isso, durante o enterro, os pais Dale e Darlene Emme distribuíram cartões com fitas amarelas para todos os que estavam presentes. No cartão estava escrito a frase “se você está pensando em suicídio, entregue este cartão a alguém e peça ajuda!”.

Uma pessoa que estava no funeral espalhou os cartões pela cidade, e em semanas os pais de Mike começaram a receber ligações pessoas de todo o estado pedindo ajuda. Pouco tempo depois a iniciativa ganhou repercussão nacional.

Desde então começaram várias campanhas de prevenção pelo mundo, e, em todas, a cor amarela é usada para representar a campanha a fim de homenagear o jovem apaixonado pelo Mustang 1968 amarelo.

 

 

Porque foi escolhido o Mês de Setembro?

 

 

Foi escolhido o mês de setembro porque no dia 10 se comemora o dia mundial de prevenção do suicídio.

O assunto ainda é cercado de tabus, por isso, a organização da campanha acredita que falar sobre o mesmo é uma forma de entender quem vive situações que levem a ideias suicidas e a partir do momento que elas são identificadas, elas podem ser ajudadas.

É preciso falar sobre suicídio

Apesar de na década de 1980, um estudo feito nos EUA tenha afirmado que as mortes por suicídio, poderiam ocorrer por “imitação” entrou em vigor a idéia que “não deveríamos falar sobre o assunto”, além disso o romance, Os sofrimentos do jovem Werther, publicado pelo escritor alemão Goethe em 1774, foi apontado como fonte de inspiração para mais de uma centena de suicídios cometidos por jovens na época”, explica a jornalista Juana Portugal, que defendeu especialização sobre o tema no curso de Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz).

Trinta anos se passam até que a Organização Mundial da Saúde vai na direção contrária, e afirma que é sim necessário conversar sobre o suicídio. A fala deve evoluir, no sentido de não glamourizar ou tornar um herói aquele que cometeu suicídio, também não deve mencionar a técnica utilizada mas não é mais proibido falar!

Na maioria das vezes falar de suicídio é falar de drogas, falar de depressão (35,8%), falar de perdas emocionais ou luto e não necessariamente falar em tirar a vida. O excesso dessas substâncias no cérebro contribui de maneira negativa, de acordo com psiquiatras. No caso dos adolescentes, pode ser ainda pior.

 

 

Como salvar alguém?

 

 

Se disponibilizar, seja familiar ou amigo é preciso se aproximar de quem demonstra estar em sofrimento ou tem mudanças acentuadas no comportamento, desânimo ou tristeza.

É preciso estar disponível para ouvir e também disponível para ajudar na busca de um profissional capacitado para iniciar e orientar o tratamento de maneira adequada.

O tratamento pode passar por Psicólogo, Psiquiatra, medicação assim como profissionais que somem inserindo atividade física, grupos de apoio que incluem o apoio da família, entre outros.

Também é importante lembrar que existem mitos que envolvem este assunto; mencionar a intenção de tirar a vida pode ser o “primeiro pedido de ajuda, SOCORRO” e não deve ser recebido como uma forma de chamar a atenção.

Outra coisa que pode ter relação com a pessoa que sofre, é comportamento suicida, como agressividade e nível extremo de impulsividade porque nesta situação a decisão de tirar a vida pode ser assunto já resolvido.

Fique atento a algumas frases de alerta: “Eu preferia estar morto, Eu não aguento mais, Eu sou um perdedor e um peso para os outros, Eu não posso fazer nada...”.

Não devemos tratar o suicídio “consumado” como um suicídio “bem sucedido”. Cada suicídio é uma tragédia que afeta famílias, comunidades e países inteiros.

Os efeitos de um suicídio podem perdurar por muitos anos nas pessoas que vivenciaram a trajetória toda e esta lacuna aberta pode nunca mais ser reparada.

Sendo assim, tenha certeza que trata-se de um grave problema de saúde pública que, no entanto, pode ser evitado em tempo oportuno, com base em evidências, com intervenções e ações de prevenção, como a campanha Setembro Amarelo, mobilização internacional de prevenção ao suicídio.

A rede pública de Saúde (SUS) também é indicada para ajuda através dos Centros de Apoio Psicossocial (CAPS). Por lá, é possível marcar uma consulta com um psiquiatra ou psicólogo.

Assim como tem o Centro de Valorização da Vida (CVV), fundado em 1962 em São Paulo, faz um apoio emocional e preventivo do suicídio pelo número 188, e-mail ou chat.

Forneça, deixe disponível informações de grupos de apoio (telefones, endereço, serviços que possam oferecer ajuda.

É sim possível prevenir um suicídio quando conseguimos reconhecer os sinais, quando estamos dispostos a ouvir e estamos convencidos que optar pela vida é sempre a melhor opção!

 

Por Daniela Ogliari - Coordenadora de Saúde do Instituto Eleven

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